Afinal era outra!
Mas que outra, estarão vocês a perguntar?
Claro que estou a falar do Maria João Dão Nobre Branco 2018! Tenho um fraquinho por este vinho, e não é difícil perceber porquê. Mas, apesar do nome, a Maria João homenageada não sou eu. O vinho nasceu de uma história de amor entre o produtor Joaquim Coimbra e a sua mulher.
Na nova crónica no SAPO falo deste belíssimo clássico do Dão e de algo que considero fundamental preservar: a identidade dos vinhos e das regiões.
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