Brancos velhos tão bons

 

Continuo na senda dos brancos velhos, aqueles que guardo na garrafeira para ver como se comportam daqui a alguns anos. Desta vez foi uma Magnum da Quinta das Bágeiras, colheita de 1994. Recordo-me de ter três na cave e duas não escaparam a umas belas farras. Esta foi a terceira e a minha última, e não foi preciso nenhuma farra mas sim um belo jantar para acompanhar. Estava em perfeito estado de conservação, com os seus aromas terciários (de envelhecimento) num grande nível. No paladar, ainda uma bela acidez. O Mário Sérgio está de parabéns, porque além de ser um pequeno (grande) produtor, ainda por cima tem a trabalhar ao seu lado um ‘senhor do vinho’ que tão bem os faz, o meu querido Rui Moura Alves :) 

Ps: o pormenor do auxiliar de saca-rolhas é lindo, não é?

 
 
  
 

Fev, 14, 2018

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